
A lua da minha borboleta
É lua minguante,
E quase sempre triste.
É pedra fria no espaço,
Sonho impossível e distante,
Reina só, na noite escura.
Mas, depende do calor do sol
Para não sentir frio.
E para não morrer, a lua ama.
Minha borboleta é terrena, frágil e bela.
Possui a liberdade dos que lutaram para conseguir voar.
Mas sua liberdade é limitada ao espaço terreno.
E para se libertar, minha borboleta ama.
Ela vê na lua seu lugar impossível e distante.
Alguém lhe disse: Borboletas não voam a noite.
Mais ela quer mais que voar...
Ela quer a lua conquistar, sonha nela um dia pousar,
E nos braços da lua amar.
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